//NUTRIÇÃO EQUINA: DE QUE SE ALIMENTA UM CAVALO?

NUTRIÇÃO EQUINA: DE QUE SE ALIMENTA UM CAVALO?

O cavalo é um animal herbívoro que, em liberdade, pasta mais de 16 horas por dia. Portanto, quando estabulado, devemos ter em consideração que a base da sua dieta deve ser a forragem. Normalmente, cavalos que realizam algum tipo de atividade física são alimentados também com ração. Em alguns casos específicos, como em fases de atividade intensa ou após alguma doença, é necessário ter a ajuda de um suplemento nutricional.

A IMPORTÂNCIA DA FORRAGEM NA NUTRIÇÃO

Uma forragem de qualidade é a base para manter a saúde gastrointestinal do nosso cavalo. A forragem deve estar livre de poeiras e mofo, sendo o feno a forragem mais adequada. Como alternativa, embora menos recomendável, teríamos a palha que, apesar de ser mais económica, devemos ter consideração que é pobre em energia e proteína.

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Além disso, alguns cavaleiros – por diferentes motivos – gostam de suplementar a forragem com cereais, como a aveia. Neste caso, é necessário corrigir a falta de proteínas com um alimento “balanceador”, complementar aos cereais, que também forneça as vitaminas e minerais necessários.

Em relação à quantidade a ser administrada, é muito importante pesar a forragem antes de fornecê-la ao cavalo. Idealmente, o consumo deve ser entre 1% e 1,5% do seu peso ou 1 kg de forragem por 100 kg de peso vivo. Ou seja, um cavalo que pese 500 quilos, idealmente deveria ingerir mais de 5 kg de forragem por dia.

QUANTAS VEZES TEMOS QUE ALIMENTAR O NOSSO CAVALO?

Como indicado no início deste texto, um cavalo, por natureza, tende a pastar continuamente durante a maior parte do dia. Desta forma, quanto mais frequentemente forem fornecidas porções de alimento, melhor será a qualidade.

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No entanto, estamos cientes de que isso não é viável na prática; Portanto, a frequência de racionamento comum é geralmente de 3 porções por dia.

COMO DEVE O ALIMENTO SER ADMINISTRADO?

O protocolo para fornecer a ração ao cavalo deve ser rigoroso: primeiro alimentar com forragem e, cerca de 30 minutos e 1 hora depois, a ração. Lembre-se que o estômago do cavalo é muito pequeno e não é aconselhável administrar mais de 2 kg por dose, desta forma evitamos a sobrecarga do sistema digestivo.

COMO A ALIMENTAÇÃO DE UM CAVALO DEVE SER MODIFICADA?

As mudanças nutricionais nos equinos devem ser feitas gradualmente, pois é necessário que a flora intestinal se adapte com o novo alimento. O período ideal de transição deve ter uma duração de 10 dias, que é o tempo aproximado que demora o periodo de adaptação da flora gastro intestinal ao novo alimento.

A ESCOLHA DO PENSO PERFEITO

A escolha da ração irá depender, principalmente, do tipo de atividade que o cavalo tem. O importante é que seja um alimento de qualidade, de modo que o cavalo precise de menos quantidade de alimento e não exista sobrecarga do estômago.

Idealmente, usar uma alimentação com um teor de amido moderado, rica em fibras, que fornece energia e melhore o conforto digestivo com proteína de qualidade e suplementada com todos os tipos de aminoácidos essenciais e vitaminas. Além disso, a incorporação de prebióticos (MOS) na ração ajuda a regular a flora intestinal.

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No mercado, há muitos feeds de diferentes faixas, preços e componentes, o que faz com que o fator económico seja às vezes determinante para a escolha de uma ração ou outra. No entanto, devemos ter cuidado, porque a coisa mais importante ao escolher um feed deve ser:

  1. Adaptação do alimento à atividade do nosso animal;
  2. Volume de ração a ser administrada em cada dose;
  3. Suficiente fornecimento dos nutrientes que o cavalo precisa.

Levando em consideração os fatores indicados, um intervalo altamente recomendado de alimentação é ROYAL HORSE.

QUE PROBLEMAS PODEM CAUSAR MÁ NUTRIÇÃO?

Diretrizes nutricionais incorretas podem causar sérios problemas de saúde no nosso cavalo. As afecções mais frequentes estão relacionadas à falta de fibras, que podem produzir estereótipos, problemas digestivos, sobrecargas devido ao consumo excessivo de ração, etc.

Por outro lado, o excesso de amido produz fermentações ácidas que permitem o crescimento da flora patogénica, que termina com cólicas, diarréia ou laminite. Para evitar a contribuição de tanto amido e manter a energia que o nosso cavalo precisa, os óleos podem ser administrados diretamente em cima da ração. Um óleo que permite que a energia seja libertada mais lentamente é o CURRAGH CARRON OIL da TRM.

Como recomendação final, após um problema digestivo, seria aconselhável repovoar a flora intestinal com um probiótico como, por exemplo, o TRANSVITE.

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By | 2019-02-06T17:26:03+00:00 27 Setembro 2018|Sin categoría|0 Comments

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