//O cavalo e o calor: hidratação e insetos

O cavalo e o calor: hidratação e insetos

O CAVALO E O CALOR: HIDRATAÇÃO E INSETOS

Com a entrada do verão damos as boas vindas à época mais quente do ano. Em Portugal, especialmente em certas regiões, as temperaturas atingem valores superiores a 40ºC. Por isso, devemos ter conhecimento do efeito que o calor tem nos nossos cavalos e, como podemos preveni-los.

Quando o cavalo se encontra em liberdade, ele próprio adapta a sua rotina. Pelo contrário, quando o cavalo se encontra estabulado numa hípica, numa boxe ou a campo, somos nós os responsáveis por alterar o maneio diário.

Vigiar a hidratação, a alimentação e o horário das saídas serão algumas das medidas que devemos ter em consideração.

COMO O CALOR AFETA O CAVALO?

O calor provoca um aumento de temperatura corportal ao animal. Ao ultrapassar os valores fisiológicos (37.5 a 38.2), o seu organismo reage de forma automática para reduzir essa temperatura.

Entre os sintomas mais comuns originados pelo calor identificam-se:

  • Recuperação lenta da frequência cardíaca
  • Aumento da frequência respiratoria
  • Sudorese excessiva, desidratação e perda de eletrólitos
  • Cansaço, fadiga e falta de vitalidade
  • Diminuição do rendimento desportivo
  • Baixo rendimento durante o treino
  • Relutância ao trabalho

COMO PODEMOS PREVENIR?

Para combater as adversidades provocadas pelo calor no cavalo debemos ter em conta uma série de medidas básicas. Entre as mais habituais destacam-se:

  • Proteção do sol: é muito importante proporcionar sombra ao cavalo, independentemente do local onde está estabulado.
  • Estado da cama: proporcionar espaços onde exista ligeira corrente de ar e humedecer ligeiramente a cama para evitar o pó.
  • Adaptação do trabalho: realizar os treinos evitando as horas de maior calor do dia e diminuir a intensidade da atividade desportiva.
  • Vigiar a temperatura: duches regulares depois do exercicio ajudam a diminuir rápidamente a temperatura do corpo do animal. Ainda assim, a tosquia facilita esta tarefa.
  • Hidratação: devemos permitir que o cavalo beba ad libitum, ou seja, não ter restriçao do seu acesso à água. Assim, pode beber até 8 litros de água em 15 minutos depois do exercício sem nenhum problema. Para incentivar a ingestão de água, também podemos deixar ao dispôr pedras de sal (que aumenta a sede do animal), humedecer a ração com água e/ou suplementar com eletrólitos.

A IMPORTÂNCIA DOS ELETRÓLITOS

Como já haviamos dito, o cavalo regula a temperatura do seu organismo mediante uma sudorese intensiva. Isto faz com que não só perca água mas também uma quantidade considerável de eletrólitos essenciais.

Um nível baixo de eletrólitos pode causar um baixo rendimento desportivo do cavalo devido à desidratação. Do mesmo modo, pode causar problemas musculares como a rabdomiolise ou a acumulação de ácido láctico nos músculo.

A perda de eletrólitos em maior quantidade quando se intensifica o treino, especialmente em dias quentes. Isto faz com que seja extremamente importante a suplementação com eletrolitos diariamente. Assim, mantém-se em plena forma o cavalo em competição, assegurando o seu ótimo rendimento.

Na Equinvest recomendamos a gama de eletrólitos da TRM, que dispõe de diversas apresentações: em pó (Isopro2000 e Electrolyte Gold), líquida (Superlyte Syrup) e em pasta (Superlyte seringa). A sua grande qualidade permitirá assegurar ao nosso cavalo a recuperação e o equilibrio de sais minerais; ainda, potencia a palatibilidade e uma alta absorção de vitaminas antioxidantes para obter os melhores resultados na competição.

OS INSETOS NOS EQUINOS

A época estival é o momento em que a maioria dos insetos desenvolvem o seu ciclo biológico, pelo que aparecem numerosos insetos voadores como as moscas, os mosquitos e os piolhos, que podem dificultar o bem-estar do nosso cavalo.

No momento do treino, o incómodo causado pelos insetos pode chegar a ser perigoso, já que alguns cavalos chegam a assustar-se ao sentir as moscas junto a eles. Por outro lado, os mosquitos e as suas picadas podem provocar hipersensibilidade ao animal, dando lugar a uma reação cutânea.

Para evitar as afeções provocadas por estes insetos podemos tomar várias medidas. Entre elas, destacamos as mantas antimoscas em forma de rede. Estas permitem a transpiração e impedem que os mosquitos e as moscas pousem.

A aplicação de inseticidas também ajuda a superar as doenças provocadas pelos insetos. Encontramos inseticidas para aplicar sobre o cavalo, com o Pody (spray) e o Arpon (spray). Todos eles têm um efeito repelente até 6-8 semanas.

Por último, podemos atuar desde o organismo do nosso cavalo, com a administração de produtos naturais na dieta. A Equinvest recomenda incluir na dieta diária Garlic Powder da TRM, composto por 100% de alho em pó. A inclusão na alimentação supõe a sua excreção, sendo um ótimo repelente contra as moscas. O seu uso diminui o número de moscas nos estábulos e durante o exercicio.

By | 2019-07-02T12:23:02+00:00 2 Julho 2019|Sin categoría|0 Comments

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